18 janeiro 2017





Larissa, Jonathas e da Letícia se conheceram através do Uber.

Nós sabemos que uma das vantagens da internet é a capacidade de interação e participação do usuário, ainda mais quando se trata de uma campanha de conteúdo gerado pelo usuário (CGU). Resumidamente funciona assim: você pede a colaboração dos usuários para fazer o conteúdo da marca ou de uma campanha específica. É comum na web, mas vale destacar uma ideia e relembrar a importância, sempre. 

Essa semana vimos uma ação legal do Uber, chamada "Histórias no uberPOOL". Para quem não sabe, a opção uberPOOL permite que a viagem seja compartilhada com pessoas que estão seguindo na mesma direção. Então, é um encontro de pessoas que estão se conhecendo ou, para a surpresa, se reencontrando. Desses encontros, surgiu a ação #historiasnouberPOOL. O passageiro conta sua história  (relevante, claro) que envolve outros passageiros e motorista.  Já foi lançada a página https://www.uber.com/p/historias-no-uberpool/ que reúne algumas dessas. Vale a pena ver algumas delas, como: uma mãe que reencontrou a senhora que ajudou seu filho num acidente, o reencontro de antigos amigos de trabalho e um trio de jovens que estão se ajudaram no negócio de um deles, aliás o vídeo da campanha é com eles, vem ver:



Uma ação como essa, amarradinha com o serviço, além de boa de ver e ter como referência,  mostra que ainda há muitas boas ideias para surgir! E apostar numa CGU é estrategicamente trabalhar pontos importantes no relacionamento com o cliente: traz credibilidade a marca, ajuda a conhecer melhor o público e aumenta a exposição da marca de forma orgânica. 

Um bom planejamento e o propósito e mecânica comunicados de forma clara irão contribuir para uma ação de sucesso. E claro, também planejar reconhecer e comemorar o esforço dos envolvidos! São eles quem mandam, nesse caso, quem também faz!   













13 janeiro 2017

Volta e meia profetiza-se o fim de algum tipo de mídia. Quando a televisão surgiu, muito se falava sobre o fim do rádio. Da mesma maneira, os jornais online acabariam com os jornais impressos. A Netflix aparentemente vai acabar com a TV a cabo. E a Internet de uma maneira geral tornaria a televisão (especialmente a aberta) obsoleta. Vamos analisar aqui especialmente essa última afirmação.

O meio digital está realmente cada vez mais relevante. Uma pesquisa realizada pelo Estudo Geral de Meios – EGM, da Ipsos, divulgada no ano passado, apontou que a Internet é o segundo meio de comunicação que mais influencia as pessoas. Adivinha quem ocupa o primeiro lugar? Isso mesmo, a televisão. Apesar da queda de audiência nos últimos anos, a televisão ainda tem um poder de comunicação de massa irreplicável no Brasil. No entanto, a Internet vem alcançando números incríveis no nosso país.

Será o fim da televisão? Acreditamos que a sentença condenatória esconde, na verdade, uma mudança de formato e de linguagem | Foto: Banco de imagens
A Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em abril de 2016, mostra que mais da metade das casas do Brasil tem acesso à Internet. Quase 37 milhões de domicílios estavam conectados em 2014, o que representa 54,9% do total - o número de smartphones é ainda maior, superando a marca de 168 milhões. Mas nossa análise vai além dos números. E vamos citar um exemplo: a exibição da cerimônia do Globo de Ouro.

Dados do Instituto Nielsen apontaram um aumento de 2% da quantidade de espectadores este ano, somando um total de 13,3 milhões de pessoas que assistiram (contra 13 milhões do Globo de Ouro 2016). No entanto, o mais interessante é notar como a cerimônia se tornou assunto nas redes sociais nos dias posteriores. O apresentador da premiação, Jimmy Fallon, por exemplo, vem sentindo na pele como funciona ser alvo de críticas e ataques na Internet. Ele vem sendo criticado de um lado pelas insistentes piadas cujo alvo é o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do outro pela imitação um pouco constrangedora do humorista Chris Rock.

O assunto mais comentado, além do resultado da premiação, foi o discurso (também anti-Trump) da atriz Merryl Streep, agraciada com o prêmio Cecil B. DeMille. E dá-lhe brincadeiras com os vestidos mais criativos, com os discursos aparentemente influenciados pelo álcool, com as perguntas mais sem noção...

Essa é a tendência de todas as grandes coberturas televisivas. Ou seja, assim como a Internet já pauta a televisão faz tempo, a TV frequentemente também pauta a Internet. É um fluxo constante e intenso. Inegavelmente, existe uma alimentação recíproca de conteúdo e acreditamos por aqui que as duas mídias ainda vão coexistir por um bom tempo.

O fato de a audiência estar reduzindo ao longo dos anos não aponta necessariamente para o fim da  influência da televisão, apenas para a necessidade de mudanças significativas na forma como esse meio de comunicação massivo se comunica com as pessoas (especialmente com os jovens). A grande questão é estudar bem todos os meios e estar atento às ágeis mudanças do universo digital. Nós, aqui da Incena, queremos ser seus parceiros nessa missão!

02 dezembro 2016


Lembro-me que quando batemos o olho no conceito de storytelling, aplicado às redes sociais, rolou por aqui quase um “é disso que estamos falando, gente!”. Ao explicar nosso trabalho em redes sociais, seja para atuais ou futuros clientes, sempre falamos que é um trabalho de diálogo (resumindo bem nossas reuniões, claro). É assim que a gente vem entendendo as redes ao longo desses anos de trabalho. E se você decide entrar em uma (rede), tem de saber que periodicamente deverá puxar assunto, assim como estar pronto para ouvir também.
“Storytelling, do inglês, expressão ‘tell a story’ significa ‘contar uma história’ e storyteller é um contador de histórias”. Cruzar storytelling e redes sociais nos ajuda a entender melhor nossa proposta (que felicidade!). Veja o desafio: que história contar, como envolver seu curtidor com a marca, como construir uma narrativa relevante.
Antes de apresentar algumas técnicas de storytelling, nós transformamos esse assunto numa postagem do blog, com o objetivo de esclarecer a importância de não postar por postar, mas sim, contar uma boa história a todo tempo. Para isso, podemos usar alguns artifícios:
1- Primeiro passo é utilizar os meios multimídia (imagens, memes, vídeos, gifs e áudios) para contar suas histórias. Está provado que postagens com vídeos e fotos conseguem maior engajamento!
2- Enquadre sua mensagem como uma história. Parece óbvio, mas muitas vezes vemos os posts em tom de notícia jornalística ou texto publicitário. Boa parte das vezes, em redes sociais, temos a liberdade de usar um tom mais coloquial.
3- Transformar a marca num personagem, personalidade, como jeito e opinião próprios.
O assunto não esgota por aqui, claro. Vale a pena marcar uma conversa com o Fred, nosso comercial, (fred@incenadigital.com.br) e escutar boas histórias do mundo do marketing digital. Ele é bom nisso!