02 dezembro 2016


Lembro-me que quando batemos o olho no conceito de storytelling, aplicado às redes sociais, rolou por aqui quase um “é disso que estamos falando, gente!”. Ao explicar nosso trabalho em redes sociais, seja para atuais ou futuros clientes, sempre falamos que é um trabalho de diálogo (resumindo bem nossas reuniões, claro). É assim que a gente vem entendendo as redes ao longo desses anos de trabalho. E se você decide entrar em uma (rede), tem de saber que periodicamente deverá puxar assunto, assim como estar pronto para ouvir também.
“Storytelling, do inglês, expressão ‘tell a story’ significa ‘contar uma história’ e storyteller é um contador de histórias”. Cruzar storytelling e redes sociais nos ajuda a entender melhor nossa proposta (que felicidade!). Veja o desafio: que história contar, como envolver seu curtidor com a marca, como construir uma narrativa relevante.
Antes de apresentar algumas técnicas de storytelling, nós transformamos esse assunto numa postagem do blog, com o objetivo de esclarecer a importância de não postar por postar, mas sim, contar uma boa história a todo tempo. Para isso, podemos usar alguns artifícios:
1- Primeiro passo é utilizar os meios multimídia (imagens, memes, vídeos, gifs e áudios) para contar suas histórias. Está provado que postagens com vídeos e fotos conseguem maior engajamento!
2- Enquadre sua mensagem como uma história. Parece óbvio, mas muitas vezes vemos os posts em tom de notícia jornalística ou texto publicitário. Boa parte das vezes, em redes sociais, temos a liberdade de usar um tom mais coloquial.
3- Transformar a marca num personagem, personalidade, como jeito e opinião próprios.
O assunto não esgota por aqui, claro. Vale a pena marcar uma conversa com o Fred, nosso comercial, (fred@incenadigital.com.br) e escutar boas histórias do mundo do marketing digital. Ele é bom nisso!

13 maio 2016

 
Semana passada tudo mundo ouviu por aí os lamentos por causa da suspensão do Whatsapp. Você também teve a sensação de que estamos dependentes do aplicativo? Para confirmar, vai um dado do que já desconfiávamos: são 700 milhões de usuários ativos no mundo - e isso é muita gente. 
 
É uma rede social (alguma dúvida sobre isso?) utilizada por diversos setores e de várias formas. Até aqui, neste post, todo mundo pode estar concordando. Mas, e usar o aplicativo como na estratégia de marketing? Já pensou? Tem marca grande pensando:
 
 
Algumas marcas já notaram o quanto o Whatsapp pode ser uma ferramenta de marketing eficaz com o público. Mas, para alcançar sucesso no app, é necessário bom planejamento e boas ideias para manter um relacionamento verdadeiro com seus públicos. O legal (e desafiador) do "Zap" é a possibilidade da comunicação um para um. É possível receber feedbacks sinceros do cliente e saber, por exemplo, e-xa-ta-men-te o que ele quer. Um sonho. Mas tem que saber fazer, camaradinha.
 
Algumas características técnicas do Whatsapp devem ser levadas em consideração. O passo número 1 e óbvio é saber com quem está falando. Isso firmado, siga pensando numa persona adequada e relevante para a marca. O que vem depois é escuta, experimentação e criatividade. Vamos juntos? Tem whatsapp? Adiciona lá: 21 98127-7766.


30 março 2016



Neste momento, escrever alguma coisa sobre a crise política e seu desenrolar nas redes sociais parece precipitado, já que ultimamente as notícias sobre o tema surgem de forma rápida. Longe de querer levar este post para a direita ou para a esquerda, a ideia é levar a reflexão e sublinhar o que achamos importante nisso tudo: os políticos sabem aproveitar as redes?


Olhando daqui, como profissionais da área, vemos o uso mais amadurecido, por vezes corajoso, por parte de alguns políticos. Lembramos do pedido de desculpas do Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, algumas colocações da Presidenta Dilma como essa e essa, e o vídeo opinativo do deputado Marcelo Freixo. Não vamos julgar as estratégias adotadas, mas elas são alguns exemplos e nos contextualizam. Na era das redes sociais, o público esperará do político um posicionamento equivalente ao imediatismo e velocidade das redes. A personalidade política tem que entrar de forma organizada e profissional - será o mínimo.


Nosso olhar mais experiente nos faz diferir a performance amadora da profissional nas postagens. Num geral, ainda se leva o tom jornalístico, puramente informativo, para as redes sociais, esfriando a relação com o público e, outras vezes, dando um tom publicitário, se faz uma autopromoção que pouco convence e muito constrange. Temos que pensar nas redes não como modismo, mas como opção ao diálogo com os eleitores.


Para finalizar, separamos um conselho de Sheryl Sandberg, executiva do Facebook, "Ser ‘social’ significa que, se você quer falar comigo, você tem, do mesmo modo, que me escutar. Um monte de marcas querem ser ‘sociais’, mas elas não querem ouvir, porque muito do que estão ouvindo não é pura e simplesmente do seu gosto e, assim como nas relações no mundo off-line, interagir com seus clientes ou seus leitores de uma forma transparente e autêntica não é de todo agradável e luminoso. Então simplesmente emitir um comunicado dizendo que você está empenhado em ouvir não é a mesma coisa que ouvir. E como em qualquer relacionamento humano, há um lado obscuro para a intimidade”.

As redes são um meio e não um fim. Com profissionalismo e qualidade nas mensagens, é possível manter relacionamentos online saudáveis e vitoriosos no offline.

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