16 fevereiro 2017

Datas comemorativas e redes sociais são Best Friends Forever (BFF's) e já deu pra perceber. De vez em quando, surge em nossas linhas do tempo um parabéns ao profissional do dia (16 de fevereiro, por exemplo, é dia do repórter). Fora as datas, também há os períodos de conscientização que ganharam força com a web - outubro rosa e novembro azul são bons exemplos - enfim, todo dia é dia. Recentemente, a Sprinklr soltou um estudo com o comportamento das pessoas nas redes neste pré-Carnaval. A festa tão popular já é comentário frequente nas redes sociais. O estudo trouxe os insights deixados no Twitter, Instagram e YouTube no período entre 22/01 e 06/02 deste ano.


Vale olhar cada página deste pdf! Mas algumas informações a gente escreve aqui só pra relembrar como as datas comemorativas podem andar lado a lado com seu negócio na web. Com 76,9% do volume das menções, o Twitter foi a rede mais usada, o Instagram aparece em segundo lugar com o 22,9%. Uma surpresa é o ranking das hashtags: #carnaval e #carnaval2017 são as primeiras colocadas, mas sabe quem ficou em terceira? A #moda. Veja aí uma oportunidade: as empresas do ramo da moda já sabem que é algo espontâneo o papo sobre Carnaval e podem pegar carona! Outro dado interessante: os cariocas são os que mais falam do tema em suas redes sociais, representam 30,7%! Olhe o mapa: 



 
Complementando, outra informação vale destaque: "blocos de Carnaval" é a atração mais comentada (com 51%). O estudo sugere que, por conta da crise, os blocos ganharam a preferência no Carnaval de 2017. Outra expressão associado com a festa foi a bebida. Quais bebidas foram as mais associadas ao Carnaval? Talvez não precisasse de pesquisa nesse caso, cerveja foi mais comentada. O curioso é a água em segundo lugar, mas aí vemos a importância de um monitoramento profissional: o estudo diz que a água foi citada de forma irônica.




Bom, vale ler todo o documento, mas também vale lembrar como as datas festivas são cada vez mais comemoradas nas redes sociais (antes, durante e depois). Já que para muitos o ano só começa depois do Carnaval, ainda dá tempo de fazer um planejamento e aproveitar cada oportunidade. Aqui na Incena o pessoal é festeiro e adoraria trocar uma ideia sobre o planejamento deste ano. Boa folia!

06 fevereiro 2017

Quem não passa um bom tempo diariamente vendo vídeos na Internet que atire a primeira pedra. O espaço ocupado pelos vídeos nas nossas vidas está crescendo exponencialmente e temos pesquisas que indicam isso. O relatório Video Viewers, do Google, referente ao ano passado, indicou que passamos em média mais de 39 horas por semana (!) diante das telas no Brasil - sendo 23 horas dedicadas à TV e 16 horas aos vídeos online. Os dados de 2014 apontavam para um total de 30 horas. A maior parte desse tempo conectado é gasto no YouTube, mas a plataforma de vídeos do Facebook também vem crescendo significativamente. Além de todos os outros sites e plataformas variados, como a queridinha dos espectadores Netflix.


A popularização dos smartphones tem um papel importante nisso, pois eles já são os aparelhos mais utilizados para ver vídeos na Internet. A mesma pesquisa aponta que 62% da população brasileira possui um aparelho de telefone que acessa a Internet. Sendo assim, trabalhar com marketing digital e estar sempre atento a mobile é uma necessidade básica para qualquer um que queira prosperar no mercado de comunicação.

Hoje em dia, é comum que as pessoas estejam ligadas em duas telas ao mesmo tempo: estão com o celular nas mãos durante o período em que assistem televisão. Do público em geral, 69% afirmaram usar o smartphone enquanto assistem TV. Quando se trata dos mais jovens, esse percentual sobe para 76%.

O conteúdo que as pessoas costumam assistir é bastante variado, mas as produções do YouTube deixaram de ser somente flagras em momentos curiosos, bichinhos e crianças para se profissionalizar. Os clipes musicais, por exemplo, que perderam espaço na televisão, tem espectadores fiéis no YouTube e superproduções com investimento (e retorno) milionário no caso de estrelas internacionais.

DOMÍNIO DO YOUTUBE

O YouTube promoveu um evento em outubro do ano passado, em São Paulo, para apresentar algumas novidades sobre o serviço. Entre os dados divulgados estava a informação de que o tempo de visualização no site cresceu 70% no Brasil em 2015 (ano base da pesquisa divulgada). Um dos pontos mais interessantes para nós aqui da Incena Digital, que somos da área de comunicação, está no seguinte fato:

Representantes da gigante mundial Google garantiram durante o evento que o YouTube oferece 4 vezes mais retorno sobre o investimento (Return On Investment, em inglês, que chamamos de ROI) que outros meios de comunicação. A plataforma ajuda ainda a impulsionar os resultados de vendas offline. Todas essas informações foram confirmadas pelo instituto Nielsen, empresa que promove pesquisas de mercado.

No caso dos brasileiros, a associação de vídeos online com o YouTube é imediata. Segundo a pesquisa Video Viewers, esse é o padrão para 88% da nossa população. Há quem acredite até que a plataforma é a substituta natural da televisão. Até a confiabilidade já está migrando para o YT: essa audiência confia mais nos palpites e conselhos dos youtubers do que nas celebridades da TV e do Esporte quando pesquisa sobre produtos e serviços. O site já é considerado melhor lugar para assistir a conteúdos sobre gastronomia, moda e beleza, games e música.

NETFLIX E O MARKETING "AFETIVO"

"Hoje eu só quero saber de fazer uma maratona Netflix". Essa se tornou uma sentença familiar para grande parte da população com uma rapidez impressionante. A empresa que tem somente 19 aninhos de existência nos Estados Unidos (e pouco mais de 5 de atuação no Brasil) conseguiu estabelecer parâmetros de sucesso que qualquer serviço gostaria de alcançar. Em um relatório divulgado esse ano, a Netflix relata ter atingido a marca de 100 milhões de assinantes.

Com habilidade nas redes sociais e acompanhamento estratégico do comportamento da audiência, a empresa vem conquistando corações e mentes de todas as idades com suas produções próprias e exibição de variado catálogo de filmes e seriados. Com influência crescente, o serviço de streaming é mais uma prova do poder dos vídeos para passar mensagens. E fica claro ainda a importância de a empresa desenvolver um relacionamento com o seu cliente, que quer se sentir realmente ouvido - ou lido - e prestigiado.

26 janeiro 2017

Que a tecnologia muda nossos hábitos o tempo inteiro, já sabemos. Mas, muitas vezes, estamos exagerando e já temos algumas doenças diretamente relacionadas ao uso excessivo de aparatos tecnológicos. Recentemente, foi noticiado em diversos portais que o uso de smartphones vem criando uma epidemia mundial de "pescoço tecnológico" (ou síndrome do text neck). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cabeça de uma pessoa adulta varia entre 5 e 8 quilos, mas, à medida que curvamos o pescoço para frente e para baixo, temos um aumento da pressão sobre a coluna cervical.


Um estudo realizado pelo Centro Médico de Cirurgia Espinhal e Reabilitação de Nova York mostrou que, com um ângulo de curvatura do pescoço a 15 graus, a carga sobre a coluna cervical pode ser de cerca de 12 quilos. Dependendo do nível inclinação, podemos ter um peso de quase 30 quilos nos pressionando. Isso pode acabar causando um desgaste da coluna e sobrecarregar as vértebras. Em casos mais complicados, as pessoas podem ter compressão dos nervos e até mesmo hérnias de disco. Então, fique atento às dores no pescoço e na região superior das costas. Quando se trata de crianças, o problema pode ter consequências ainda mais graves, pois é fase de desenvolvimento da estrutura óssea e o uso desenfreado dos smartphones pode comprometer o crescimento.

Para evitar esse tipo de problema, tente deslocar menos o pescoço na hora de olhar para o seu smartphone, deslocando mais os seus olhos. No entanto, o mais indicado mesmo é diminuir o tempo que você passa todo curvado com os olhos grudados no seu celular. Venha relembrar com a gente outras doenças desse tipo. Confira a lista abaixo:

Whatsappinite

Sabe tendinite? Essa com certeza você já ouviu falar. Whatsappinite nada mais é do que uma crise de tendinite, inflamação nos punhos e polegares, causada pelo uso por um longo período de tempo do WhatsApp. Sabe aquela DR repleta de textos por meio do aplicativo de mensagens instantâneas? Tente não fazer dele um hábito. E o mal é real. Em 2014, uma médica da Espanha registrou um caso na revista de medicina "The Lancet".

Digamos que não se trata necessariamente de uma novidade esse tipo de abordagem médica da inflamação. Nos anos 1990, já era discutida a existência da "Nintendinite", sofrida por alguns viciados em videogame.

Síndrome do toque fantasma

Sabe aquela cena de filmes onde a mocinha (ou o mocinho) fica ansioso ao lado do telefone de casa esperando a ligação do ser amado? Já faz tempo que isso não acontece mais. Nosso celular geralmente está praticamente grudado ao nosso corpo 24 horas por dia. O comum agora é nós irmos ansiosos pegar o telefone da bolsa, do bolso ou da mochila achando que sentimos ele vibrar - por uma ligação ou notificação -. Pois saiba que tem gente que faz isso de maneira compulsória. Uma confusão no cérebro faz com que as pessoas imaginem que estão recebendo chamadas ou mensagens. A constatação foi do autor do livro iDisorder, Dr. Larry Rosen.

Cibercondria

Vai ser difícil alguém dizer que nunca foi buscar sintomas de algum mal estar na Internet. Pois as consultas ao doutor Google muitas vezes acabam passando dos limites. Em alguns casos, a pessoa lê sobre seus sintomas, encaixa seu quadro em alguma das doenças que descobriu online e acaba tendo até mesmo crises de ansiedade por causa disso. É a chamada Cibercondria ou Hipocondria Digital. Tome muito cuidado e não deixe de se consultar com um médico antes de se desesperar com qualquer diagnóstico virtual.

Nomophobia

Esse é o nome dado à extrema ansiedade quando as pessoas se veem sem seu smartphone.Nomophobia é abreviatura de “no-mobile phobia” (pavor de ficar sem o celular).

Síndrome do Olho Seco

O excesso de luz dos nossos aparelhinhos podem acabar prejudicando a nossa visão. Irritação, ardor e sensação de areia nos olhos podem significar que temos a síndrome do olho seco. Essa síndrome é a segunda maior causa de atendimentos nos consultórios de oftalmologia. É importante ressaltar que esse mal não é estritamente tecnológico. Os outros sintomas são: cansaço evidente da vista em frente ao computador, incômodo em ambientes com ar condicionado e olhos embaçados ao fim do dia.

Será que você sofre de alguma dessas doenças "moderninhas"? Fique de olho e sempre nos lembremos de que excessos não fazem bem nunca, não seria diferente com a tecnologia.